PERSONALIDADE E CARISMA

Quando ainda bastante jovem, Ottilie von Faber tornou-se única herdeira de uma empresa com uma reputação mundial – uma profissão incomum para uma mulher naqueles dias. Mas Lothar evidentemente tinha feito uma escolha sábia.

Com sua expressiva personalidade e caráter forte, ela deu novo brilho para a família e o negócio.

A suíte da Condessa no castelo construído por Alexander, incluía seu salão privado ou a sala de desenho. Nesse aposento ela retirava-se para ler, tocar um instrumento musical ou dedicar-se à outras atividades criativas.

Os painéis da sala eram feitos com a  cara  madeira satinwood indiana, também conhecida como lemonwood por causa de sua fragrância. E, por esse motivo surgiu o nome "Sala de limão".

Por volta de 1900, o clima foi um de uma nova partida, ainda com um olho na tradição. Os primeiros sinais de design moderno, estilo art nouveau e inovações técnicas estavam na moda. Ao mesmo tempo, o estilo neoclássico do Império Francês e também Biedermeier (era Vitoriana), passaram por um renascimento.

Estas tendências que marcaram época são claramente visíveis na "Sala de Limão" do castelo Faber-Castell, magistralmente criado por Bruno Paul. Arquiteto, artista e designer, ele conseguiu mais do que uma combinação de elegância e modernidade. Um de seus alunos mais famosos foi Mies van der Rohe, muito admirado pelo estilista Karl Lagerfeld.

ESPECIALMENTE REFINADO

Por toda a exuberância floral, designers do final do século também estavam interessados nas possibilidades oferecidas por formas mais abstratas.

Um exemplo é o padrão de espinha de peixe, em que a inspiração natural e estritamente geométricas linhas e ângulos se complementam maravilhosamente. Usado principalmente para roupas elegantes e bem em parquet, também enfeita  peças de mobiliário, entre eles a escrivaninha da Condessa Ottilie.

A caneta do ano 2008 faz uso inteligente desse padrão: com pequenos movimentos, os segmentos individuais brilham para produzir uma bela nuance de efeitos.

UMA DELICADA OBRA-PRIMA

Quanto mais sofisticada e criativa uma ideia é, mais se demora para implementá-lo e para senti-la.

Nada menos de 84 retângulos tem que ser individualmente colados à mão para formar o delicado padrão de espinha de peixe da caneta tinteiro satinwood. Não há dois segmentos idênticos: cada um pode ser montado em apenas uma posição única no corpo e o mesmo acontece com as demais peças para que sejam unidas uma a uma de forma precisa.
O corpo é repetidamente polido e envernizado, um processo demorado. O menor parquet do mundo compõe a superfície de uma caneta, tornando-se uma obra de perfeição.
A camada externa do corpo é feita de madeira satinwood Indiana cuidadosamente selecionada. Normalmente o padrão parquet requer uma superfície plana e para a confecção da Caneta do Ano 2008 foi utilizada uma técnica pouco convencional para transferi-lo para uma forma cilíndrica.

APRESENTAÇÃO DE ALTA QUALIDADE

Caneta do Ano 2008

A caneta do ano 2008 vem em uma exclusiva caixa de madeira com um bonito libreto e um certificado assinado pelo Conde Faber-Castell e que atesta que a caneta é um de uma edição limitada e, também, que o material é selecionado satinwood genuíno.

EXPRESSE-SE COM ESTILO 

O artesanato elaborado e o padrão individual da madeira fazem cada caneta do ano 2008, uma obra de arte única. A pena bicolor produzida à mão em ouro 18 quilates está disponível nos tamanhos F, M e B. O clipe sólido com mola garante posicionamento seguro da caneta uma vez inserido em um bolso. Uma tampa banhada a platina protege o mecanismo do êmbolo, no qual cada caneta é individualmente numerada.

A obra-prima é coroada por uma pedra de citrino lapidada na forma de um tabuleiro de xadrez, situada na extremidade da tampa banhada a platina.

Edição limitada a 2.000 canetas tinteiro